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Paralisação no Banco do Brasil em Londrina atinge maioria das agências

Dirigentes do Sindicato de Londrina, Laurito Porto de Lira Filho e Eunice Miyamoto acompanham  o protesto no prédio do BB no Calçadão Dirigentes do Sindicato de Londrina, Laurito Porto de Lira Filho e Eunice Miyamoto acompanham o protesto no prédio do BB no Calçadão
quarta-feira, 10/02/2021


O presidente do Sindicato de Londrina, Felipe Pacheco, e a secretária-geral Danielle Ruza
na agência da Av. Tiradentes

Débora Melo e Edvaldo Zanutto, dirigentes do Sindicato, na agência Igapó

O diretor Benedito Dias da Mota e a diretora Ana Claudia Ribeiro acompanham a paralisação na unidade do BB na Av. Bandeirantes 

Levi Ribeiro, diretor do Sindicato de Londrina, na agência do Banco do Brasil na Rua Araguaia

O protesto no BB da Av. Inglaterra está sendo coordenado pelos diretores Josué Rodrigues
e Valdecir Cenali

É grande a adesão dos funcionários e funcionárias do Banco do Brasil em Londrina na paralisação das atividades nesta quarta-feira (10/02), em protesto contra a falta de negociações do banco em relação à reestruturação. Das 11 agências da cidade, nove estão fechadas, demonstrando a insatisfação com a intransigência da diretoria em não atender as reivindicações da CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários) do BB.  

Estão com as atividades paralisadas as agências Calçadão, AV. Rio de Janeiro, Rua Mato Grosso, Av. Inglaterra, Av. Bandeirantes, Av. Higienópólis, Rua Araguaia, Av. Tiradentes e a da Av. Saul Elkind.

O diretor do Sindicato de Londrina, Laurito Porto de Lira Filho, afirma que este é um “aperitivo” para a Greve dos funcionários que deve ser deflagrada se o banco manter a mesma postura adota até agora com o movimento sindical.

“Em três audiências no Ministério Público do Trabalho os representantes do Banco do Brasil não apresentaram qualquer proposta para reduzir os impactos nos funcionários neste processo de reestruturação. As mudanças vão provocar danos enormes em milhares de famílias, que terão seu orçamento reduzido pela metade com o corte das gratificações, sem falar nas transferências e outras medidas que irão afetar a vida profissional do funcionalismo”, avalia.

Laurito lembra que o Estado de Greve foi aprovado nas Assembleias realizadas em todo o País no último dia 5/02, faltando agora definir a data em que será deflagrada a paralisação por tempo indeterminada.

Por Armando Duarte Jr.